
Você tem alguma noção da forte cultura que está sendo lhe apresentada?
Pois é, essas são características típicas do gênero Kitsch. Esse estilo, que é falado diferente ao que se escreve – pronuncia apenas o “KIT”, nasceu na Alemanha. Ele é usado para categorizar objetos de valor estético distorcidos e/ou exagerados, que são considerados inferiores ao seu original. São, freqüentemente, associados à chavões, e , em algumas vezes, considerados bregas.
O kitsch é encontrado em tudo: roupa, decoração, acessórios, música, e continuamente no cinema. Arte que dispõe de vários recursos para idolatrar o kitsch. Existem diretores de cinema especialistas em homenagear o kitsch: Quentin Tarantino (EUA), Pedro Almodóvar (Espanha) e Ang Lee (Taiwan) – prova de que ser kitsch não é algo prioritariamente de Holywood.
Muito diferente do que se pensa, ser kitsch não é ser brega, afinal Nicole Kidman
Na seqüência de filmes com o figurino peculiar, encontramos “O Tigre e o Dragão”, de Ang Lee. Ele também concorreu ao Oscar de melhor figurino, mas mesmo com cada detalhe perfeccionista, perdeu. Mas pelo jeito, Ang Lee não deve ter ligado muito. Afinal ganhou o de melhor trilha sonora. Lembrando que toca Coco Lee (espécie de Celine Dion) – nada mais kitsch!
O filme “O Casamento de Muriel”, de P.J. Hogan, utiliza cenários basicamente kitsch. As cenas insistem em detalhes – luz, cor, formato. Tudo é meticulosamente transformado em algo triste e sujo. Mas na forma mais clichê existente. Os quadros na parede, a decoração da cozinha, e as falas pré-formuladas.
E não é só de filmes antigos que o kitsch sobrevive. Quentin Tarantino acaba de lançar mais uma obra-prima do kitsch: “Grindhouse”. Além do clássico “Pulp Fiction”, Tarantino cria um filme que homenageia o kitcsh dos anos 70. Aqueles filmes “trash”, que o sangue da vítima parece que não tem fim, e a dublagem é mal feita.
Nem o Walt Disney se salva! “Fantasia”, com Mickey Mouse, ganhou uma nova roupagem em 2000. Mas o mix de desenho e música clássica, não poderia ser mais kitsch. E essas animações lançados atualmente, venerando os pingüins, nem tem explicação. Vale apenas lembrar que pingüin é o supra-sumo do kitsch.
5 comentários:
Adorei a matéria!!!
Boa lembrança do filme o "casamento de Muriel" adoroooo! e a trilha sonora?! ABBA!!! quer coisa mais KIT que isso!
haauhauhahua
beijos Mary
adorei
Bom! Procure fazer alguma pesquisa e poste os link´s para páginas específicas sobre kitsch e/ou dos filmes que vc fala na matéria Post!
Blééé!
Pare de reclamar cara de conchaaa!!
Fico bem boa a matéria!
curti!
;)
Mulher
vc por aqui
asdshauhsduihsad
adorei as explicações Kitshesticas!
=)
suashiushusa
Muito bem escrito e elaborado
=*
beijos
=)
=*
Perfeito
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